<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Adoção</title>
	<atom:link href="http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 Aug 2008 14:46:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='adocaocasalsemfilhos.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Adoção</title>
		<link>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/osd.xml" title="Adoção" />
	<atom:link rel='hub' href='http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>O Globo &#124; Novas regras podem agilizar adoção</title>
		<link>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/2008/08/28/o-globo-novas-regras-podem-agilizar-adocao/</link>
		<comments>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/2008/08/28/o-globo-novas-regras-podem-agilizar-adocao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 14:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/?p=10</guid>
		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=adocaocasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4293180&amp;post=10&amp;subd=adocaocasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://adocaocasalsemfilhos.files.wordpress.com/2008/08/artigo-o-globo0001.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9" src="http://adocaocasalsemfilhos.files.wordpress.com/2008/08/artigo-o-globo0001.jpg?w=468&#038;h=411" alt="" width="468" height="411" /></a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=adocaocasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4293180&amp;post=10&amp;subd=adocaocasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/2008/08/28/o-globo-novas-regras-podem-agilizar-adocao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/07169bba5e8640d798ba3d6443120cfc?s=96&#38;d=identicon" medium="image">
			<media:title type="html">Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://adocaocasalsemfilhos.files.wordpress.com/2008/08/artigo-o-globo0001.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Legislação</title>
		<link>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/2008/07/16/legislacao/</link>
		<comments>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/2008/07/16/legislacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/?p=6</guid>
		<description><![CDATA[1. Conceituando adoção Para a língua portuguesa, adotar “é um verbo transitivo direto” (AURÉLIO, 2004), uma palavra genérica, que de acordo com a situação pode assumir significados diversos, como: optar, escolher, assumir, aceitar, acolher, admitir, reconhecer, entre outros. Quando falamos da adoção de um filho, porém, esse termo ganha um significado particular: Nesta perspectiva adotar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=adocaocasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4293180&amp;post=6&amp;subd=adocaocasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR"><span>1.<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;font-family:&quot;"> </span></span></span><strong><span lang="PT-BR"><span style="font-size:small;">Conceituando adoção</span></span></strong></span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Para a língua portuguesa, <strong>adotar</strong> “é um verbo transitivo direto” (AURÉLIO, 2004), uma palavra genérica, que de acordo com a situação pode assumir significados diversos, como: optar, escolher, assumir, aceitar, acolher, admitir, reconhecer, entre outros.</span></p>
<p>Quando falamos da adoção de um filho, porém, esse termo ganha um significado particular: Nesta perspectiva adotar significa acolher, mediante a ação legal e por vontade própria, como filho legítimo, uma pessoa desamparada pelos pais biológicos, conferindo-lhe todos os direitos de um filho natural. Para além do significado, do conceito, está a significância dessa ação, ou seja, o valor que ela representa na vida dos indivíduos envolvidos: pais e filhos.</p>
<p>Para o (s) pai (s) e mãe (s) adotar um filho não se difere em quase nada da decisão de ter um filho de sangue. Excluindo-se os processos biológicos, todo o resto é igual. O amor, o afeto, a ansiedade, o desejo, a expectativa, a espera, a incerteza do sexo, da aparência das condições de saúde, dos problemas com a educação e o comportamento, os conflitos. Tudo isso acontece nas relações entre pais e filhos independente de serem filhos biológicos ou adotivos.</p>
<p><span id="more-6"></span></p>
<p><strong>2. Adoção no Brasil</strong></p>
<p>No Brasil, adotar já foi um processo muito mais longo, burocrático e estressante. Hoje, com o apoio da legislação e o advento dos Juizados da Infância e da Juventude, está muito mais fácil e rápido adotar um filho.</p>
<p><strong>2.1. A legislação</strong></p>
<p>A história legal da adoção no Brasil nos remete ao início do século XX. O assunto é tratado, pela primeira vez, em 1916 no Código Civil Brasileiro. Depois dessa iniciativa tem-se ainda a aprovação: em 1957, da Lei nº. 3.133; em 1965, da Lei nº. 4.655; e em 1979 da Lei nº. 6.697, que estabelece o <strong>Código Brasileiro de Menores</strong>.</p>
<p>Atualmente a legislação vigente que se debruça sobre esse assunto é a seguinte: Constituição Federal; <strong>Estatuto da Criança e do Adolescente</strong> – ECA; Código Civil Brasileiro; e, Lei nº. 9.656/98.</p>
<p><strong>a) A Constituição Federal</strong></p>
<p>A adoção é abordada na Constituição Federal em seu artigo 227<span style="font-size:9.5pt;position:relative;top:-4pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family:Times New Roman;">1</span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size:small;"><span> </span>que estabelece como dever da família da sociedade e do Estado assegurar às crianças e adolescentes seus direitos básicos. O § 6º deste artigo além de proibir “<em>quaisquer designações discriminatórias relativas à filiação</em>” (BRASIL, Constituição Federal, art. 227, § 6°, 1988), em casos de adoção, estabelece a equiparação dos direitos dos filhos adotivos aos dos filhos biológicos.</span></span></span></p>
<p><span style="font-size:8pt;position:relative;top:-3.5pt;" lang="PT-BR">1</span><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">“<em>Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”</em> (BRASIL. Constituição Federal, Art. 227, 1988). </span></p>
<p><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>b) Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA</strong></span></span></p>
<p>Em 1990 com a aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA através da Lei n.º 8.069/90, os processos de adoção foram facilitados. O documento põe em evidência os interesses do adotando (filho) e estabelece como principal objetivo do processo de adoção assegurar o bem estar deste conforme dispõe o artigo 43: “<em>A adoção será deferida quando apresentar reais vantagens para o adotando e fundar-se em motivos legítimos</em>” (BRASIL, ECA, Art. 43, 1999).</p>
<p>Conforme consta no ECA, através do ato de adoção os requerentes, ou seja, os pais, conferem ao filho adotado os mesmos direitos dos filhos naturais. Ressaltando-se que uma vez concluído o processo de adoção esta é irrefutável, a não ser em caso de maus tratos pelos pais. Nesse caso, assim como ocorreria com os pais “de sangue”, os pais adotivos perdem o pátrio poder e o Estado se responsabiliza pela guarda dos filhos encaminhando-os a uma instituição para menores desamparados até definir sua situação, ou os coloca sob a guarda de um parente que tenha condições de acolhê-los.</p>
<p><strong>c) Outras Leis</strong></p>
<p>O Código Civil Brasileiro aprovado em 2002 por meio da Lei nº. 406/2002 reproduz o disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente – Eca, no que diz respeito à adoção. Além desta há ainda a Lei nº. 9.656/1998, que trata dos planos de saúde, mas que vai se debruçar sobre a problemática da adoção quando estabelece a “<em>cobertura assistencial ao recém-nascido, filho natural <span style="text-decoration:underline;">ou adotivo</span> do consumidor, ou de seu dependente, durante os primeiros trinta dias após o parto</em>”. Também assegura a este a inscrição no plano de saúde “<em>como dependente, isento do cumprimento dos períodos de carência, desde que a inscrição ocorra no prazo máximo de trinta dias do nascimento ou <span style="text-decoration:underline;">da adoção</span></em>” e ainda a “<em>inscrição de <span style="text-decoration:underline;">filho adotivo</span>, menor de doze anos de idade, aproveitando os períodos de carência já cumpridos pelo consumidor adotante</em>” (BRASIL, Lei nº. 9.656/1998, grifos nossos).</p>
<p><strong>2.2. Normas para adotar um filho</strong></p>
<p>As normas gerais de adoção no Brasil são estabelecidas, principalmente pelo Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA e podem ser assim resumidas:</p>
<p>- A pessoa a ser adotada deve ter no máximo 18 anos de idade, a não ser que já conviva com o adotante (pessoa que o adotará).<br />
- A idade mínima dos candidatos à adotantes é de 21 anos.<br />
- Diferença de idade mínima entre o adotante e o adotado é de 16 anos.<br />
- Ascendentes (avós, bisavós) e descendentes (filhos, netos) não podem adotar seus parentes.<br />
- Não importa o estado civil do adotante.<br />
- A adoção requer a concordância dos pais biológicos, salvo em caso de paternidade desconhecida ou quando estes tiverem perdido o pátrio poder.<br />
- A adoção de adolescente maior de 12 também necessita da concordância deste.<br />
- Antes de concretizada a adoção é necessário fazer um estágio de convivência entre adotando e adotante. Isso é dispensado quando a criança é menor de um ano ou quando já mora com o adotante.</p>
<p><strong>2.3. É Ilegal</strong></p>
<p>Além das situações referidas é comum se saber dos casos de adoção ilegal. É o chamado “<em>jeitinho brasileiro</em>” se expressando também nesse campo. Nessas circunstâncias a justiça é burlada e a criança, filha de uma pessoa é adotada por outra como filho natural.</p>
<p>Em geral as pessoas que adotam essa postura têm a melhor das intenções e buscam apenas acolher uma criança abandonada, proporcionando-lhes uma vida digna. Esses casos, quando descobertos, quase sempre são resolvidos com o perdão da justiça que reconhece o esforço e compreende as motivações que levaram a pessoa a tomar essa atitude. Porém, não é impossível que ocorra, em dadas situações a perda da guarda da criança.</p>
<p>Esse tipo de adoção, exatamente por não ser legal não segue o princípio da irreversibilidade, significa dizer que mesmo que os pais biológicos tenham doado o filho por livre e espontânea vontade, a adoção pode ser revertida e o registro de nascimento cancelado a qualquer tempo. Além do mais trata-se de um crime previsto no artigo 242 do Código Penal Brasileiro, que pode resultar em reclusão de dois a seis anos, e isso não pode nem deve ser ignorado.</p>
<p><strong>2.4. Documentos Necessários para adoção</strong></p>
<p>- Cópias autenticadas em cartório de: identidade, certidão de casamento (se for casado), e, comprovante de renda.<br />
- Cópia de comprovante de endereço.<br />
- Fotos coloridas de busto e das dependências da casa (tipo 10X15).<br />
- Declaração de idoneidade moral reconhecido firma de duas testemunhas.<br />
- Atestado médico de sanidade física e mental com reconhecimento de firma da assinatura do profissional.<br />
- Certidão de antecedentes criminais negativa.<br />
- Requerimento da adoção preenchido e assinado pelo (s) requerentes e com firma reconhecida.</p>
<p><strong>2.5. Diferença entre adoção, guarda e tutela</strong></p>
<p>Costumeiramente as pessoas confundem adoção com a <strong>guarda</strong> de uma criança ou com a <strong>tutela</strong>. É bem verdade que as três ações são formas de acolher uma criança o adolescente desamparado, mas não podem ser confundidas.</p>
<p>A tutela se configura quando uma pessoa recebe a incumbência de cuidar de um menor que está fora do pátrio poder por algum motivo. O tutor deve então, administrar os bens dessa pessoa, protege-la, e representa-la no que for preciso. A guarda se é acolhimento de uma criança ou adolescente. O detentor da guarda deve então garantir assistência em todos os aspectos: material, moral e educacional. Em nenhum desses dois casos a criança ou adolescente adquire status de filho e os processos podem ser revogados a qualquer momento, diferente da adoção.</p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family:Times New Roman;">BIBLIOGRAFIA</span></span></strong></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;">AURÉLIO, Buarque de Holanda Ferreira. <strong>Novo Dicionário Eletrônico Aurélio versão 5.0</strong>. Coordenação e edição: Margarida dos Anjos e Marina Baird Ferreira. Brasil: Editora positivo, 2004.</span></p>
<p>BRASIL. Constituição Federal, 1988.</p>
<p>_______. Código Civil Brasileiro. 2002</p>
<p>_______. Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA. 1999.</p>
<p>_______. Lei nº. 9.656, 1998.</p>
<p>WEBER. Lidia Natalia Dobriansyj. O Filho por Adoção &#8211; Um Manual para Crianças. São Paulo, (sd).</p>
<p><span lang="PT-BR"><a href="http://www.projetorecriar.org.br/adocao/depoimentos/depoimentos.html"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;color:#000080;">http://www.projetorecriar.org.br/adocao/depoimentos/depoimentos.html</span></span></a></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR"> &#8211; acesso em: 26/08/07.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><a href="http://www.tj.rj.gov.br/infan_ju/1vara/adocao/adocao.htm"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000080;">http://www.tj.rj.gov.br/infan_ju/1vara/adocao/adocao.htm</span></span></a></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR"> &#8211; acesso em 28/0/07.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><a href="http://www.jurisway.org.br/"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000080;">http://www.jurisway.org.br</span></span></a></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR"> &#8211; acesso em 25/08/07.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><a href="http://www.consumidorbrasil.com.br/consumidorbrasil/textos/paratodos/adocao.htm#Introdu%E7%E3o"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000080;">http://www.consumidorbrasil.com.br/consumidorbrasil/textos/paratodos/adocao.htm#Introdu%E7%E3o</span></span></a></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR"> &#8211; acesso em 30/08/07.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><a href="http://www.portaldafamilia.org/livros/book162.shtml"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000080;">http://www.portaldafamilia.org/livros/book162.shtml</span></span></a></span><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR"> &#8211; acesso em</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 14.15pt;"><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family:Times New Roman;">30/08/07.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 14.15pt;"><span lang="PT-BR"><a href="http://www.infoescola.com/sociologia/adocao-no-brasil/"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;color:#000080;">http://www.infoescola.com/sociologia/adocao-no-brasil/</span></a></span><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family:Times New Roman;"> &#8211; acesso em 06/07/08</span></span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/6/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=adocaocasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4293180&amp;post=6&amp;subd=adocaocasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/2008/07/16/legislacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/07169bba5e8640d798ba3d6443120cfc?s=96&#38;d=identicon" medium="image">
			<media:title type="html">Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Adoção</title>
		<link>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/2008/07/05/adocao/</link>
		<comments>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/2008/07/05/adocao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 19:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/?p=4</guid>
		<description><![CDATA[O Estado de S. Paulo 01.04.2008 9:32 Adoção de crianças terá novas regras Sociedade Projeto pronto para votação na Câmara prevê mais agilidade no processo; CNJ implementará 1º cadastro nacional Luciana Nunes Leal Clara, Renata, Isabel, Rosinha e Paulinho não têm idéia do que seja a Câmara dos Deputados ou o Conselho Nacional de Justiça [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=adocaocasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4293180&amp;post=4&amp;subd=adocaocasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado de S. Paulo<br />
01.04.2008 9:32<br />
<strong>Adoção de crianças terá novas regras</strong></p>
<p><strong>Sociedade</strong><br />
Projeto pronto para votação na Câmara prevê mais agilidade no processo; CNJ implementará 1º cadastro nacional<br />
<em>Luciana Nunes Leal</em></p>
<p>Clara, Renata, Isabel, Rosinha e Paulinho não têm idéia do que seja a Câmara dos Deputados ou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Mas poderão ter suas vidas modificadas por iniciativas que estão nas duas instituições e são voltadas a dar agilidade aos processos de adoção. Com poucos meses de vida ou, no máximo, 1 ano de idade, esses moradores do Abrigo Nosso Lar, em Brasília, fazem parte de um grupo estimado em 80 mil crianças e jovens que vivem em abrigos no País. Cerca de 8 mil, ou 10% deles, estão em condições jurídicas de serem adotados e aguardam pais dispostos a levá-los para casa.</p>
<p>A burocracia e também as exigências de alguns futuros pais, no entanto, fazem um processo de adoção durar, em média, cerca de quatro anos. Aí entram a Câmara e o CNJ. Com a pressão da Frente Parlamentar da Adoção, o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que tentará pôr em votação em maio o projeto que cria a Lei Nacional de Adoção. Entre outras medidas, dá agilidade ao processo de perda do poder familiar, que retira legalmente crianças da guarda dos pais naturais e é o primeiro passo para a formalização da adoção. Já o CNJ concluirá a implementação do primeiro cadastro nacional de crianças prontas para adoção e de adultos interessados em adotar.</p>
<p>Atualmente, a maioria dos cadastros está restrita aos municípios ou, em poucos casos, a um banco de dados estadual. Para encerrar o mês, acontecerá em Recife o 13º Encontro Nacional de Apoio à Adoção (Enapa), entre os dias 29 e 31 de maio.</p>
<p><strong>Mudanças</strong></p>
<p>Entre outras novidades da Lei Nacional de Adoção está a licença-paternidade, de 60 dias, para homens solteiros ou viúvos que adotarem uma criança. O projeto permite ainda adoção de maiores de 18 anos, hoje não prevista em lei. E, no caso da perda do poder familiar, limita o processo a no máximo um ano de duração.</p>
<p>O autor do projeto, deputado João Matos (PMDB-SC), destaca o caráter conceitual da proposta, aprovada em comissão especial e pronta para votação, dependendo apenas da decisão da Mesa Diretora e da liberação da<br />
pauta do plenário, tomada por medidas provisórias. “A lei deixa claro que a adoção é um direito inalienável da criança. Antes, era vista apenas como solução para o casal que não podia ter filhos”, diz Matos.</p>
<p>Embora os dados oficiais sejam precários, Matos diz que “aos poucos, essa mentalidade de querer bebê, menina, branca de olhos claros está sendo deixada de lado e permite aumentar a quantidade e a qualidade das adoções”. Segundo o deputado, que em 1987 adotou um bebê negro, de 10 meses, a média nacional de espera de futuros pais é de 3,7 anos, “mas pode durar muito mais, se houver muitas exigências dos pretendentes à adoção”. Cleber, o filho adotivo do deputado, morreu aos 15 anos. “Depois disso, me voltei para o assunto”, conta.</p>
<p>O juiz da Infância e da Juventude de Florianópolis, Francisco Oliveira Neto, conhece bem esta realidade. Segundo ele, de 3 mil pretendentes à adoção em Santa Catarina, “50% não aceitam crianças com mais de um ano de idade; 64% só aceitam crianças brancas e 75% não aceitam crianças com nenhum tipo de problema de saúde, mesmo que tratável”.</p>
<p>Oliveira Neto é um dos vice-presidentes da Associação de Magistrados Brasileiros (AMB) e lidera a campanha “Mude um destino”, que entrará na segunda fase. Na primeira, 150 mil cartilhas sobre os abrigos de<br />
crianças e adolescentes e sobre o passo-a-passo da adoção foram distribuídas em todo o País. Um concurso premiou os melhores abrigos. A segunda etapa promoverá audiências públicas com os vários setores que<br />
atuam na adoção. O juiz é também integrante do comitê gestor do cadastro único que será lançado pelo CNJ. “Não existe um órgão centralizador nacional de dados sobre adoção e esta é a primeira dificuldade. Com o cadastro nacional, teremos informações de todos os abrigos existentes, com as crianças prontas para adoção, e também dos pretendentes”, diz Neto.</p>
<p>Com a instalação do cadastro, cada juiz da Infância e da Juventude fica obrigado a manter o mais atualizado possível a lista de sua comarca e terá acesso ao banco de dados por meio de uma senha. Nos municípios onde o acesso à internet for difícil, a atualização será feita pelas corregedorias de Justiça dos Estados.</p>
<p>Embora elogie a iniciativa da Lei Nacional de Adoção, Oliveira Neto diz que “o problema no Brasil não é de lei, mas de políticas públicas”. “Os entraves maiores estão na concepção da população em geral. A mãe que não quer um filho prefere entregar a outra pessoa do que ao juiz”, diz.</p>
<p>Outro integrante do comitê gestor do cadastro único, o juiz Antônio Silveira diz que o banco de dados facilitará que pretendentes adotem crianças de outros Estados, além de permitir traçar o perfil “de quem<br />
quer adotar e de quem está na fila para ser adotado”. Silveira defende a aprovação da nova lei principalmente para facilitar a perda do poder familiar.</p>
<p><strong>Mudanças propostas</strong></p>
<p>Poder familiar: o projeto em tramitação no Congresso prevê que a perda do poder familiar deve ser concluída em no máximo um ano, tornando o processo mais ágil. Hoje a lei não fixa prazo</p>
<p>Pai adotivo: o projeto cria uma licença-paternidade de 60 dias para o homem sem cônjuge que adotar uma criança. Atualmente, a licença-maternidade existe para mães adotivas, mas não para pais</p>
<p>Estrangeiros: a proposta dificulta a adoção de crianças brasileiras por estrangeiros, estabelecendo que seja autorizada só se não houver brasileiros interessados. Hoje a lei não faz a distinção</p>
<p>Direitos: o projeto concede ao adotado o direito de saber da condição de filho adotivo e ter acesso a documentos, quando disponíveis, sobre a família natural, com auxílio do Juizado da Infância e da Juventude ou de outros organismos. Atualmente a lei não faz referência ao assunto</p>
<p>Idade: a proposta regulamenta ainda a adoção de maiores de 18 anos. Hoje, o limite da adoção previsto em lei é de jovens com até 18 anos</p>
<p><em>*Matéria divulgada também pelos sites Diário da Manhã Últimas Notícias<br />
(GO) e Jornal Cruzeiro do Sul Online (SP)</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/4/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=adocaocasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4293180&amp;post=4&amp;subd=adocaocasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://adocaocasalsemfilhos.wordpress.com/2008/07/05/adocao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/07169bba5e8640d798ba3d6443120cfc?s=96&#38;d=identicon" medium="image">
			<media:title type="html">Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
